Na abertura do VMA, o trio foi só ‘ok’. No clipe, Jessie J faz a sua releitura de “Can’t Hold Us Down”, enquanto Ariana Grande abusa de saltos, roupas apertadas, pouco sal e muita extensão vocal. Nicki Minaj chegou de helicóptero, ficou um pouco, fez carão e nenhuma “Anaconda” foi vista, ufa! A faixa com refrão à la Broadway é até pegajoso, mas algo entre elas não dá liga. O vídeo sem apelo sexual escancarado é um alívio para os olhos e para a criatividade. Quero dizer, não é um roteiro bem elaborado, nem tem grandes efeitos especiais… Não enche os olhos, mas também não enche o saco. Mantiveram-se na média. 

26 08 2014
26 08 2014

Sia, a materialista sem rosto

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Sia Furler era apenas mais uma estrela-do-mar neste oceano de cantoras e compositoras. Australiana, com voz exótica e boas letras, era bem-sucedida no UK, mas a sua vida mudou mesmo quando Christina Aguilera ligou. De lá para cá, Sia fez muitas colaborações, emprestou sua voz para farofas eletrônicas e seu porquinho vai ficando mais rechonchudo a cada dia. Em seu mais recente trabalho próprio, o “1000 Forms of Fear”, Sia abriu mão de nome, sobrenome e rosto na arte da capa. Mas o que Sia rejeita, afinal; a fama, os enlatados prontos para consumo ou prega uma contradição de si mesma? 

A melhor parte do seu trabalho com Aguilera, é sem dúvida, o núcleo de baladas do álbum. Christina na época, falou com orgulho e entusiasmo destas faixas e as definiu como “o coração” do trabalho. “Bionic” foi um dos maiores fiascos de vendas, como é de conhecimento geral. Mas como números não são tudo e a qualidade das baladas é inegável, a veterana tornou-se mais presente no mainstream pop. Cantou dois smash hits de David Guetta, fez uma faixa R&B para NeYo, escreveu para Rita Ora, Beyoncè, Kylie Minogue, JLo e participou também do fracasso “Britney Jean”. Entre coisas boas, geniais, meia-boca e apenas comerciais, Sia Furler é hoje uma das pessoas mais requisitadas da indústria fonográfica. Sim, rica.

Já que a conta bancária está linda, está verde e o cartão de crédito passa que é uma beleza, ela então lançou o seu próprio trabalho em 2014, entitulado “1000 Forms of Fear”. “Chandelier” foi indicada no VMA e até Jim Carrey sabe cantar o refrão, então é sucesso, sim. Mas o que me intriga é o real motivo por trás da ocultação de seu rosto, na arte do álbum e durante toda a promoção do mesmo. 

Se por um lado temos artistas como GaGa e Demi Lovato pregando o amor próprio, independente de qualquer característica física, Sia vai totalmente na contramão e sem nenhum discurso, apenas oculta sua face. A arte sobressai desta forma? É insegurança mascarada de conceito? Ou é mesmo só a forma delicada e sensível que ela escolheu para promover seu cd?

Sia pode estar fazendo tudo ao mesmo tempo, inclusive crítica à indústria que demorou para reconhecer seus talentos, já que a mídia, no geral, sempre teve tendência a apostar em rostos e corpos perfeitos. Um verdadeiro pout-pourri de possíveis motivos. Como as intenções nem sempre são explicadas nos mínimos detalhes, - nem devem - Furler deixa que cada um crie a sua teoria sobre a mente da artista; há quanto tempo um simples conceito promocional não tomava conta dos nossos imaginários? 

Pois bem, o marketing da peruca sem cabeça funcionou comigo: ouvi e não gostei. “We Are Born”, o anterior, me parece muito mais orgânico e honesto. Em “1000 Forms of Fear”, Sia foi engolida por seus medos, inseguranças e fez um álbum tão coerente que beira o comum, como se a sua nova condição de “mulher importante do pop” não tivesse lhe dado nada além de boas cifras. Quando finalmente ganha rosto, nome e sobrenome, rejeita a fama - mas não aquela maléfica que rouba a alma das pessoas através das fotos. Sia está de costas para o público, com intenções não tão claras. Mas por que a plateia não merece o contato visual? De qualquer forma, a peruca tem dona, assim como muitas músicas que você ouve diariamente a pertencem. Finalmente, cada um que pense com a sua peruca. Ops, cabeça. 

Nicki Minaj finalmente conseguiu cantar sozinha e emplacar uma música sem a ajuda de amiguinhos. O vídeo de ‘Anaconda’ surgiu para apoiar a canção e eu não sei nem por onde começar. Vamos lá… a objetificação da mulher, sua bunda e a futilização completa que ela escolheu mostrar. Sim, não vamos nos esquecer que este é seu verdadeiro estilo, não aquela Barbie-gritadeira que vimos num passado recente. Mas também é justo dizer que o funk carioca - visto como degradante, fútil e muitas vezes excluso de nossa cultura pelos “entendidos” - é na verdade, um trilhão de vezes melhor do que qualquer coisa que esta gringa tente fazer. Valesca Popozuda é Rainha do Império do Funk se colocada ao lado desta nova e inferior versão de Lil’ Kim. Fui rever “Pour It Up” e a partir de agora, acho que RihRih pode ser chamada de Lady. Por fim, Nicki consegue atingir o objetivo: rebolar para o Drake e apelar em níveis estratosféricos.  Todo mundo segurando o tchan! Beijos para as Scheilas! Classudas! 

20 08 2014
18 08 2014

Êxodo Rural: Taylor Swift quer ser POPSTAR

Era uma vez, uma garota que foi para Nashville e ganhou o coração da caipirada americana todinha. Ela fazia ótimas letras, abusava da viola e aproveitava para alfinetar todos os caras que passaram por sua vida. Essa garota não flertou só com rapazes A-Listno sir! A partir do ótimo “Red”, o flerte rolou com a música pop e com tudo mais que aquele Universo poderia proporcionar. E então, aconteceu o que todo mundo já esperava, mesmo que secretamente: é hora de dar tchau para as raízes e ser uma POPSTAR.

Na última segunda-feira (18), Taylor Swift anunciou seu êxodo rural, mas falando sério, nem precisava com um carro-chefe destes; “Shake It Off” é exatamente a evolução do primeiro single do trabalho anterior. Se “We Are Never Ever Getting Back Together” já tinha os mecanismos conhecidos dos pop anthems por aí, nesta nova fase, as repetições, o refrão chiclete e a voz menor do que todo o resto, fazem questão de admitir que Taylor entrou para valer na briga contra Katy Perry nas confecções musicais açucaradas. 

O título do álbum, ‘1989’, é obviamente, devido ao nascimento de Swift no último ano da década dos paetês. Durante o livechat que serviu como canal para os anúncios, a própria admitiu ter feito um álbum inspirado nos 80’s, com músicas animadas e ainda garantiu este ser seu “trabalho favorito e mais coerente”. Aliás, se falando em coesão, a arte do álbum será feita por fotos Polaroids que eram THE SHIT nesta época. E como se o marketing já não fosse bom o suficiente, os cds físicos virão com 13 Polaroids cada. Ah, e as fotos variam! Ou seja, se você quiser todas, precisará comprar mais de uma cópia. BAM! 

A libertação e a rebelião dos anos 80 refletem a ousadia do momento; sabendo-se que o público country costuma ser composto por carolas e conservadores ao extremo, - no geral, ok, não me ofendam - é corajoso da parte de Taylor assumir o pop, abraçá-lo e falar abertamente sobre sua virada de carreira/foco/gênero. E não há nada de errado em querer mais, ter ambição. A garota não é mais a criança com longos e ondulados cabelos dourados; o pop abre uma cartela muito maior de possibilidades e ferramentas, tanto na radiofonia quanto no fator palco. Crescer é preciso. Permanecer nem sempre.

"Shake It Off" pode até não te fisgar de primeira, de segunda ou de terceira. O que é de conhecimento geral é o seu poder de fogo. Sim, as vendas. O álbum deverá arrebatar números no dia 27 de outubro e você não conseguirá ignorá-los. Por fim, a partir deste momento, podemos afirmar sem medo: Taylor Swift é a mais nova artista genérica do mercado. 

Saiu o #PopTalk de agosto, ainda com algumas pequenas falhas, mas nos próximos meses nós vamos corrigindo! Não esqueça de dar like, se inscrever no canal e mostrar para os amiguinhos!

15 08 2014

O Budd de “Kill Bill” tem três vidas. A primeira, quando Beatrix Kiddo invadiu seu trailer e deixou a Black Mamba terminar o serviço. Na segunda vez, quando as mídias sociais espalharam a notícia falsa de sua morte, há 2 anos, mais ou menos. E chegamos à sua última vida. Rita Ora e Iggy Azalea prometeram um super tributo ao clássico de Tarantino no vídeo de “Black Widow”. Treinadas por um parente de Pai Mei, chegaram com suas espadas - que não são originais Hattori Hanzo - para dar fim à vida do quase invencível Budd. O resultado não é tão bacana quanto o filme homenageado, nem chega aos pés do buzz gerado antes do clipe estar completo para as milhões de visualizações que estão por vir. Ainda assim, pelo conceito, fotografia, figurinos, as motos de “Toxic” e pela faixa por si só, “Black Widow” é uma das coisas que vamos nos lembrar ao fazer o balanço deste ano na música pop. Agora, vem cá… Será que o Budd morreu desta vez?

13 08 2014

Todos nós sabemos o que aconteceu na última vez que uma ex-funcionária do Mickey foi para o espaço. “Break Free” é uma faixa dance preparada por Zedd para a garota do momento. Ariana Grande liberta-se de roupas, algemas e encarna uma espécie de Barbarella do novo século. Chris Marrs Piliero adora abusar de referências nonsense e muito humor, só faltou a cantora entrar na onda do diretor. Muitos takes destacam o carão, as unhas bem feitas… mas cadê a atitude e a malícia? Jane Fonda e Britney Spears devem tê-la esgotado em suas aventuras extraterrestres. Mesmo assim, é admirável vê-la correndo um risco destes; a música pode ser óbvia, mas o clipe fugiu de qualquer previsão e do estilo dos seus clipes. Risco é risco. Pode rolar, ou não. Isto é, como se Ariana Grande não estivesse com o midas touch apuradíssimo por estes dias…

12 08 2014
12 08 2014

Coluna do NERD: Guardiões da Galáxia - A ciência do carisma

Venhamos e convenhamos, os Guardiões da Galáxia nunca foram uma equipe de super-heróis conhecida… assim como eu! Tenho certeza que você não deve fazer ideia de quem sou! Me chamo Douglas Ibanez, - prazer! - jornalista e fascinado por cultura pop - de Batman à Britney - com parada em uma galáxia muito, muito distante. Eu sou o NERD que vai acrescentar cultura geek ao Universo do Pop Chiclete!

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Ao decidir introduzir “Guardiões da Galáxia” em seu universo cinematográfico, a Marvel deu ao diretor James Gunn algo que poderia ser uma bomba se o trabalho não fosse competente. Um longa-metragem com um time de personagens da “segunda divisão” de seus heróis tinha tudo para ser um fiasco. Sabendo disso, Gunn usou e abusou do CARISMA em cada cantinho da produção para fazer dela um sucesso, a começar pelos protagonistas!

Cinco anti-heróis desajustados, com objetivos “egoístas”, - que podem ter cometido alguns crimes - unem suas imperfeições e falhas totalmente humanas para formar o time mais divertido do ano. Mas ainda estamos falando de heróis Marvel, so brace yourselves.

“I AM GROOT!”

Peter Quill (Chris Pratt) sabe como flertar, não somente com as mulheres, mas também com o espectador, indo facilmente do status de caçador de recompensas ao de líder de bom coração, muito bem humorado. Tem criaturinha mais carismática do que Rocket Raccoon (Bradley Cooper) com seu humor destrutivo, individualista e badass!? E o Groot (Vin Diesel) consegue tirar o fôlego ao derrubar dez homens com um único ataque, sem deixar de lado sua doçura e sensibilidade singulares. E sim, sua fala fixa. 

Até mesmo Gamora (Zoë Saldana), com sua personalidade mais fria e objetiva, cativa o público; a única componente feminina do grupo é também a mulher mais mortal da Galáxia… tem algo mais girlpower do que isso? E você também vai amar a “classe” de Drax (Dave Batista)! O fortão que não é feito só de músculos (é sim), é obcecado por uma certa vingança e solta umas frases de efeito durante o longa - mesmo que tenha sérios problemas com metáforas.

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Não é à tôa que “Guardiões da Galáxia” arrecadou mais de U$ 106 milhões no mundo inteiro, só no fim de semana de estreia. Eles são os losers que tiveram a oportunidade de sair do anonimato e brilhar, com um roteiro bem calculado e marketing inteligente, acompanhados de batalhas no melhor estilo “Star Wars” e personagens computadorizados extremamente realistas.

Chamada de “Aniquilação: A Conquista”, a HQ que deu origem à adaptação para os cinemas surgiu apenas em 2008, um tempo relativamente curto para conquistar uma grande quantidade de fãs, o que deu liberdade para o diretor poder brincar com os personagens e sua mitologia, sem desagradar ninguém. O fato de ser uma aventura no espaço também colaborou na livre criatividade, já que se afasta da realidade, podendo haver destruições em massa sem muitas críticas, como aconteceu em “O Homem de Aço” da DC Comics.

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Em contrapartida, pelo mesmo motivo, alguns clichês hollywoodianos aparecem com mais evidência do que em outros filmes da Marvel, como por exemplo, Gamora aparece mais vulnerável do que nas HQs e seu possível romance com Peter Quill. Mas nada que prejudique a qualidade do produto final. Na verdade, a equipe meio que se utiliza disso para fazer uma grande sátira do resto dos heróis.

AWESOME MIX VOL. 1

Ao ser abduzido, ainda criança, Peter leva consigo uma fita cassete (se você tem mais de 20 anos sabe do que estou falando), com sucessos dos anos 70. Mais um golpe de mestre do diretor, que escolheu cada canção a dedo para popularizar o filme. Além disto, a trilha tem importância fundamental na essência do protagonista StarLord.

E quem não curte uma nostalgia? Clássicos como “Hooked on a Feeling” do Blue Swede, “I Want You Back” do Jackson 5 e “Escape (The Piña Colada Song)” de Rupert Holmes, entre tantos outros, grudam na cabeça e atingem um público mais velho, revelando mais um cantinho do filme repleto de carisma. Na mosca, James Gunn!

PRÓLOGO DO ESPAÇO

Com poucas referências aos outros filmes da Marvel, o longa serve como um tipo de prólogo do espaço, apresentando um ambiente que não havia sido explorado nas demais produções, mas de onde grande parte dos vilões surge. Entre eles, Thanos, milhões de vezes mais poderoso do que Ronan ou Nebula, que promete ser o maior vilão de todos os filmes da produtora e ponto central de intersecção de todo o Universo Marvel. Sim, intersecção! Ou seja, esteja à par de todos os filmes da empresa daquele senhor… como ele se chama mesmo? O inigualável bigode branco, Mr. Stan Lee. 

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Com sequência já confirmada, “Guardiões da Galáxia” combina ação intergalática, boa trilha, personagens novos que não deixam nada a desejar aos clássicos, e ensina para muito marmanjo que qualidade também está no pacote. E tenha certeza, você não vai se arrepender de receber esta encomenda.

Texto: Douglas Ibanez

Revisão: Nathalia Ferrari

Katy Perry ressurge com “This Is How We Do” após uma aceitação mediana de “Birthday”, que não chegou a ser um completo fiasco, mas ficou aquém do padrão que a própria estabeleceu na sua Era anterior. Com a melancia de “One Of The Boys”, um visual à la Brooke Candy, uma cover de Mariah Carey e um monte de outras referências, Katy não quer te dar aula de história, muito menos te deixar entediado. Muitas cores, doces, pizzas e a arte vista de maneira despretensiosa, exatamente como Warhol gostaria, Lichtenstein aprovaria e Haring talvez contribuísse. Sem grandes significados, só um quadro bonito e divertido pendurado numa parede. A estética é o pretexto para simplesmente entreter e divertir. Não que museus e exposições sejam totalmente chatos, mas se a Katy Perry fosse a guia, o negócio seria muuuuito mais bacana, não é? E se eu quiser só enfeitar a minha parede? Posso sim! 

31 07 2014
24 07 2014

T

Taylor Swift - Red

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Taylor Swift passou muito tempo despercebida para mim. Claro, sabia de sua existência e de seu domínio nos charts americanos em tudo que lançava. Meus olhos e ouvidos só a perceberam em seu álbum mais honesto e verdadeiramente corajoso. 

O “Red” repete sua fórmula de sucesso; a american sweetheart fala sobre suas decepções amorosas, com o violão no colo e um jeito 50’s de se vestir. A diferença deste álbum para os anteriores é o risco corrido ao se jogar num jeito mais radiofônico e incorporar o pop ao quase careta country, gênero altamente consumido por um público que de tão conservador e republicano poderia fazê-la despencar da glória. Apesar de alguns narizes tortos, “Red” é e foi um sucesso absoluto, ou melhor, o divisor entre uma garota sem sal para uma versão interessante e agregadora de públicos.

Jake Gyllenhaal, o provável inspirador do registro, foi namorado de Swift por um curto período, mas foi capaz de coisas terríveis…. tipo, não aparecer no aniversário dela. Harry Styles, o galanteador do One Direction, e um membro da família Kennedy também fazem parte das canções. Joe Jonas, John Mayer, Taylor Lautner… bom, estes já apareceram nos anteriores, mas quem sabe não estão escondidos em outras charadas musicais, não é mesmo? Taylor pega um, pega geral. 

Poderia ter falado de seus outros álbuns que foram igualmente ou até mais aclamados pela crítica, mas aí eu estaria mentindo para mim mesma. O “Red” também fez parte da minha vida, quando há uns 2 anos o revezava no radinho com Ellie Goulding e Marina & The Diamonds. Porque naquele momento essas moças pareciam me entender melhor do que qualquer psicanalista ou terapeuta pudessem sonhar. E qual garota aos 22 não se sentiu exatamente como Miss Swift canta? I knew you were trouble when you walked in..

Passadas as turbulências, ainda faço menção honrosa ao álbum em sua totalidade, em sua forma sutil de ser radiofônico, sem perder a coesão de um conjunto puramente country. A garota não abandonou suas raízes, só adicionou tempero. 

Lançamento: 22 de outubro de 2012

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1. State Of Grace

2. Red

3. Treacherous

4. I Knew You Were Trouble

5. All Too Well

6. 22

7. I Almost Do

8. We Are Never Ever Getting Back Together 

9. Stay Stay Stay

10. The Last Time

11. Holy Ground

12. Sad Beautiful Tragic

13. The Lucky One

14. Everything Has Changed

15. Starlight

16. Begin Again 

Videoclipes: We Are Never Ever Getting Back Together, Begin Again, I Knew You Were Trouble, 22, Everything Has Changed - Promocionais: Red, The Last Time 

Site da Nathalia Ferrari, jornalista graduada em 2011 pela USJT. Escreve quando quer/quando pode, sobre as coisas que a interessa e principalmente, quando tem dinheiro para ir até pauta. Continua acreditando que Britney Spears raspou os cabelos por nossos pecados e esteve no triângulo mais importante do mundo: o dourado de Deus, digo, Madonna. Atualmente é viciada em 'Game Of Thrones' e 'Once Upon a Time', mas já amou 'Gossip Girl' e acreditou ser Emily Thorne por um ano. Apesar do título de "Drama Queen", não ouve mais o "Electra Heart" com frequência, já que sua vida amorosa vai bem agora, obrigada. Faz a raiz de quatro em quatro meses para não prejudicar os fios e o raciocínio. Eleita Miss Mooca por seus familiares e foi destaque da "Turma do Amendoim" nos seus velhos tempos de Palestra Itália. Poderia arranjar um trabalho de verdade e ganhar dinheiro, mas prefere os insultos gratuitos da internet e o pai-trocínio. Não foi Chiquitita, nem casou com o Nick Carter, mas consegue sempre estourar o cartão em cosméticos, cds e dvds. Não a julgue, você não sabe pelo que ela passou.

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